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Lewis Carroll

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Conheça a historia de Lewis Carroll, o polemico escritor Inglês autor de Alice no País das Maravilhas.

Nascido em 1832 no interior da Inglaterra, Carroll inventava jogos quando criança. Aos 20 anos, Lewis recebeu uma bolsa de estudos para a Universidade de Oxford, onde se tornou professor de matemática. Tímido e recluso, suas histórias como “Alice no País das Maravilhas” foram publicadas usando o pseudônimo Lewis Carroll.

Jovem Lewis Carroll:

Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido pelo seu pseudônimo Lewis Carroll, nasceu no vilarejo de Daresbury na Inglaterra no dia 27 de janeiro de 1832. O menino mais velho de uma família de 11, Carroll aprendeu desde cedo a inventar histórias para entreter a sí mesmo e aos irmãos.

O pai de Lewis, que era clérigo da Igreja Anglicana, criou os filhos na igreja. Carroll era excelente em matemática e acabou ganhando uma bolsa de estudos na Universidade de Oxford. Além de dar aulas de matemática, Lewis Carroll era fotógrafo e escritor de panfletos políticos e poesias.

Alice nos País da Maravilhas:

Carroll sofria de problemas de dicção, especialmente ao falar em público, mas se sentia mais confortável na presença de crianças. Os relacionamentos que ele teve com jovens durante sua vida adulta são motivo de especulação ao longo dos anos, mas com certeza inspirou algumas de suas melhores obras.

Lewis Carroll beijando Alice

Lewis adorava entreter crianças, e foi Alice, a filha de Henry George Liddell, quem o inspirou para a sua obra mais conhecida. Alice Liddell se lembra de passar horas com Carroll, sentada em seu sofá enquanto ele criava historias fantásticas em mundos de sonho.

Durante um picnic na beira do Rio Tâmisa com Alice e suas irmãs em uma tarde de julho em Oxford, Lewis Carroll contou pela primeira vez a historia que mais tarde se tornaria Alice no País das Maravilhas. Quando eles chegaram em casa, Alice pediu para que Lewis escrevesse a história para ela.

Ele atendeu o pedido da menina, e depois de uma série de coincidências, a história foi parar nas mãos do escritor Henry Kingsley, que o implorou para que Lewis a publica-se. O livro “Alice no País das Maravilhas” foi lançado em 1865.

A popularidade crescente do livro fez com que Lewis Carroll publicasse uma seqüências: “Alice do Outro Lado do Espelho: O que Alice Encontrou” em 1871. Em 1932, Alice nos País da Maravilhas se tornou o livro infantil mais popular do mundo.

Fotografia e Legado:

Além de escrever, Carroll produzia fotografias e retratos. Entre suas fotografias famosas estão os retratos da atriz Ellen Terry e do poeta Alfred Tennyson. Carroll também fotografava crianças em varias situações, inclusive nuas.

Apesar das suspeitas, existem poucas evidencias de que Lewis Carroll tenha abusado de crianças. Pouco depois de seu aniversario de 66 anos, uma gripe forte se tornou pneumonia. Carroll morreu em janeiro de 1898, deixando para trás uma grande obra e um enigma.

http://www.biography.com/people/lewis-carroll-9239598

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7 comentários

  1. 1 – Ele não era tímido e recluso. Ele era um burguês de vida social ativa, vivia em teatros e óperas e desfrutava da companhia de seus muitos amigos, que iam de acadêmicos a artistas. Era amigo dos escritores George Macdonald e Alfred Tennyson, do cientista Michael Faraday e da atriz Ellen Terry, por exemplo.

    2 – Ele não era “severamente gago” (tampouco era fluente apenas na presença de crianças). Sim, ele tinha um problema de dicção (dificuldade em pronunciar certas sílabas), mas ele não repetia os sons, como os gagos fazem. Na realidade, ele falava perfeitamente bem (apenas era cuidadoso em escolher certas palavras), afinal, era professor. Seu problema era na hora de ler em voz alta. Enfim, ele via o problema muito pior do que realmente era (por isso, exagerou tanto nos seus diários). Muitas crianças afirmaram ter percebido o problema enquanto a maioria dos adultos que o conheceram falharam em notar o tal problema.

    3 – Ele só publicou uma sequência para “Alice no País das Maravilhas” (não duas): “Do Outro Lado do Espelho e o que Alice Encontrou Lá”, em 1871.

    4 – Essa foto dele beijando a Alice é uma montagem descarada. Fotos originais:

    http://2.bp.blogspot.com/-W_5nJx7OoTo/TsxFjpfJvxI/AAAAAAAAETo/dj4z0ZOcKY4/s1600/Lewis%2BCarroll%252C%2B1856%2B%2528square%2529.jpg

  2. Se o cara fotografa crianças nuas, COMO alguém pode escrever “Apesar das suspeitas, existem poucas evidencias de que Lewis Carroll tenha abusado de crianças”? Isso por si só já é abusivo, e felizmente, ilegal. A reportagem trata a pedofilia com condescendência, como se escrever grandes obras justificasse abuso infantil. Se as abusadas foram “inspiração” para a literatura, não deixa de ser hediondo.
    “Os relacionamentos que ele teve com jovens durante sua vida adulta são motivo de especulação ao longo dos anos, mas com certeza inspirou algumas de suas melhores obras” soa como se estivesse tudo bem em abusar de crianças desde que você possa usar isso como “inspiração” para escrever.
    Por favor, reformulem.

    • Concordamos com o argumento Kátia, e nos dias de hoje com certeza o autor seria acusado de pedofilia pela amizade que tinha com crianças (como o cantor Michael Jackson). Mas essa era a Era Victoriana, e infelizmente seu comportamento era perfeitamente aceito pela sociedade da época – Se a justiça Inglesa não o condenou, não acredito que caiba à nós fazê-lo.

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